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A Conmebol recebeu uma doação de 50 mil vacinas coronavac, enviadas pela empresa chinesa Sinovac, responsável pelo imunizante. As doses serão distribuídas pela Confederação de Futebol da América do Sul entre as dez associações de futebol do continente, incluindo a CBF.

A doação das vacinas aconteceu por intermédio do presidente uruguaio Luis Lacalle Pou e as doses já estão sendo enviadas para a cidade de Montevidéu.

O planejamento da Conmebol é de vacinar prioritariamente todos os jogadores, integrantes de comissão técnica e árbitros que participarão da Copa América.

Em seguida, atletas e comissões técnicas de competições continentais de clubes (Libertadores e Sul-americana).

Por fim, os clubes que estão na elite do futebol de cada país, mas não jogam torneios continentais, incluindo equipe masculina e feminina.

Cada uma das 10 associações de futebol ligadas à Conmebol terá direito a 5 mil doses.

Em contrapartida ao envio das vacinas, a Sinovac aparecerá como patrocinadora oficial da Copa América de 2021.

Quantas doses o Bahia terá direito?

O Bahia entra no critério dos clubes que estão disputando torneios continentais em 2021.

A Conmebol vai repassar doses necessárias para vacinar até 70 pessoas de clubes que disputam Libertadores e Sul-americana.

A informação foi divulgada pelo blog do Marcel Rizzo, no portal UOL.

Quem receberá:

  • Imunizar obrigatoriamente até 50 jogadores inscritos na Sul-americana; e
  • 20 membros de comissão técnica e funcionários que participam das viagens

Time feminino do Bahia também terá direito

Como destacado, os elencos e comissões técnicas da elite do futebol feminino também serão imunizadas de acordo com o plano da Conmebol.

A ideia é de que até 30 jogadoras e 20 funcionários/membros de comissão técnica recebam as doses necessárias.

Ainda sem data para início da imunização dos atletas

Não há previsão de quando as vacinas começarão a ser aplicada nos jogadores, pois depende da legislação de cada país.

No caso do Brasil, por exemplo, neste momento as doses teriam de ser enviadas obrigatoriamente ao Governo Federal e repassadas ao SUS, conforme manda a Lei.

Além disso, pesa contra as vacinas da Conmebol o fato de elas terem sido enviadas diretamente pela Sinovac e não produzidas pelo Instituto Butatan. Sendo assim, a Anvisa teria de comprovar primeiramente se o material usado é o mesmo já aprovado no Brasil.



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