O Bahia venceu o Jacuipense por 1 a 0 em um jogo marcado por uma série de oportunidades perdidas por ambos os times. No caso do Esquadrão de Aço, o técnico Cláudio Prates afirma que faltou frieza para o time tricolor matar o jogo com tranquilidade.

Em entrevista pós-jogo, Prates concordou com críticas feitas sobre o desempenho improdutivo do setor ofensivo do Bahia durante a primeira fase e afirmou seguir em busca de evolução.

“A ideia é sempre de evoluir. Nem sempre consegue de um jogo para o outro, nem sempre de uma fase para outra no campeonato, mas a ideia é sempre evoluir. A gente sabe que tem uma série de dificuldades, principalmente ofensivas. Não podemos deixar de ressaltar que este time tem a melhor defesa do campeonato e obviamente não é em função apenas dos quatro da defesa, mas sim de todos. A entrega é louvável, mas com certeza a gente queria ter uma classificação bem mais tranquila”.

Para o treinador da equipe de transição, faltou ‘capricho’ para o time sair de campo com um triunfo mais largo.

“Sem dúvidas, a gente sabia que teria dificuldades por ser um adversário que já trabalha junto há anos, pelos jogadores experientes que tem no elenco, e com certeza pelo entrosamento deles. Não esperávamos sofrer tanto na defesa, mas também queríamos aproveitar detalhes vulneráveis que eles deixam. Não conseguimos, mais por falta de capricho na hora de finalizar e matar o jogo. Volto a dizer que a dedicação dos atletas foi muito intensa, voltou a falar que os jogadores têm se entregado ao máximo”.

Falta organização ofensiva para matar os jogos

“Hoje teve comemoração pelo merecimento desses meninos, mas volto a citar que é um grupo muito jovem, muito volátil no sentido de emocional. Temos que melhorar na parte ofensiva, ter um pouco mais de organização e saber matar os jogos. Hoje, depois que ficamos o gol, não jogamos defensivamente. Eles, pela qualidade, nos empurraram para trás. Mas, acima de tudo, a gente tem que sair e matar. Para tudo tem estratégia, mas a gente precisa estar mais consciente disso para não sofrer tanto”.

Motivo de não tirar Daniel Penha

“As dificuldades todas nossas estão na parte ofensiva. Penha se entrega muito, tem um chute muito forte, é um cara que com o campo como estava hoje se torna muito perigoso. Não foi feliz nas ações, mas é um cara que tenho total confiança como nos outros”.

Sufoco? Prates diz não ter visto

“Não concordo que sofremos sufoco. Acho que a gente perdeu oportunidades de sair no contra-ataque e matar o jogo com mais tranquilidade, perdeu também por qualidade do adversário de conseguir a saída de jogo mais limpa e mais clara pela pressão que o adversário fez. Méritos deles e deméritos nossos por não ter essa consistência ofensiva e a construção ofensiva que não foi boa”.



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