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Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Bahia venceu o Bahia de Feira por 1 a 0 na ida da semifinal, mas na volta foi atropelado, perdeu por 3 a 0 e deu adeus à competição estadual, perdendo a chance do tetracampeonato em 2021.

Após a eliminação sofrida na Arena Cajueiro, em Feira de Santana, o técnico da equipe de transição, Cláudio Prates, admitiu a necessidade de repensar o processo do time sub-23.

Ele citou deficiências encontradas durante o Estadual, destacando a falta de experiência da maioria dos jogadores como um fator de dificuldade, mas que era entendido como necessário.

“que a gente já vinha conversando há um tempo atrás com a diretoria, também com o Jayme Brandão, que está sempre à frente do processo da transição, era sobre repensar, após o fim do campeonato. A gente vinha sabendo, e não éramos só nós. A torcida e, internamente, a gente sabia de algumas deficiências que tinha, mas fazia parte do processo dar experiência a jovens jogadores. Neste aspecto, continuamos o projeto. Mas sabendo que, se chegasse a uma final ou não chegasse a uma final, a gente teria que, obviamente, fazer alguns ajustes dentro do percurso. É cedo ainda, está todo mundo de cabeça quente, muito triste pela eliminação. Mas, obviamente, isso já foi conversado antes com a diretoria”.

Apesar do fracasso da campanha no Baiano, Prates fala em aprendizado e espera que todos tenham saído da disputa mais cascudo, independentemente de quem vá ficar ou não no Tricolor.

“Um grupo extremamente jovem, que a gente tinha que lidar semanalmente com a questão emocional, de confiança, aprendizado diário que a gente tem. Tudo na vida é aprendizado. Espero que tenham saído um pouquinho mais cascudos, com mais experiência, para poder dar os frutos. Quem continuar ou não continuar no clube que siga sua vida com bom aprendizado”.

Prates explica opção de deixar Borel no banco e improvisar Raniele

“Borel sentiu muito esses dois jogos seguidos. Teve cãibra nos dois jogos, logo no começo do segundo tempo. A gente sabia da dificuldade que teria em relação ao campo. E, obviamente, pela volta do Cazumba, que é um cara que dá muito volante pelo lado. Então o que o Raniele sofreu o Luiz Felipe sofreria, o Borel sofreria. Só foi uma opção, porque o Raniele jogou todo um Paulista de lateral-direito. É, teoricamente, um dos jogadores mais experientes que a gente tem no elenco. E daria consistência ali. São as escolhas que o futebol tem que ter”.

Com o fim do Campeonato Baiano, Claudio Prates, inicialmente, volta a desempenhar apenas o cargo de auxiliar na comissão técnica fixa do elenco principal.



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