Da Redação

Reportagem do jornal americano The Wall Street Journal obteve acesso a documentos e entrevistou pessoas que indicaram que a Nike rompeu contrato com Neymar em agosto do ano passado porque o jogador não colaborou com as investigações de uma acusação de assédio sexual.

Uma funcionária da Nike acusa o brasileiro do crime, que teria ocorrido em 2016. Na época do rompimento do contrato, a empresa não informou o motivo. Neymar teria ainda oito anos de contrato com Nike. No mês seguinte, em setembro, ele assinou com a Puma.

A funcionária disse a amigos e colegas que Neymar tentou força-la a fazer sexo oral em um quarto de hotel em Nova Iorque. Ela auxiliava a coordenação de eventos e fazia a logística do jogador e sua comitiva. O documento ao qual o The Wall Street Journal teve acesso cita funcionários da Nike, atuais a antigos.

Logo após a acusação, o pai de Neymar, que também empresaria o jogador, falou à Folha de S. Paulo e negou as acusações. Disse que o fim do contrato com a Nike foi por motivos comerciais e ainda acusou a empresa de fazer chantagem.

“O Neymar nem conhece essa moça, claro que isso partiu da Nike depois da nossa saída. Muito estranho, todos saem da Nike e são acusados assim. Muito estranho, isso aconteceu com o Cristiano Ronaldo, com o cara lá do basquete que morreu, o Kobe [Bryant]. Se a Nike quer chantagem, armação, vamos para cima da Nike então”, disse o pau de Neymar à Folha.

Essa não é a primeira acusação de estupro que Neymar enfrenta. Em 2019, o atleta foi acusado pela modelo baiana Najila Trindade de estupro em um hotel de Paris.

Neymar alegou, porém, que o encontro consensual e acusou Najila de tentar extorqui-lo. As autoridades brasileiras retiraram a acusação, alegando falta de provas. A

Najila foi acusada de calúnia, extorsão e fraude processual. As duas primeiras acusações foram rejeitadas em 2019 e ela foi absolvida da outra em 2020.



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