Com o fim do ATP Finals, torneio vencido pelo alemão Alexander Zverev no último domingo (21/11), a temporada de Tênis fecha o ciclo das principais competições no ano. Dessa forma, o ranking da ATP está definido até o fim do ano com relação ao Top 10.

Na lista dos 100 tenistas melhores colocados, chama atenção a colocação de Roger Federer, ex-número um do mundo.

Acostumado a estar entre os melhores desde 2004, quando alcançou a liderança pela primeira vez, o suíço fechará o ano na 16° colocação. Não ficava fora do Top 10 fazia cinco anos.

Em 2016, coincidentemente, Federer terminou a temporada em 16° lugar no ranking da ATP, tendo disputado apenas 28 partidas (no ano anterior, jogou 69 vezes, fechando o ano em 3°).

Porém, o tenista era cinco anos mais jovem e não sofria tanto com lesões como agora. Por mais que tenha escolhido os torneios que disputaria, a fim de evitar sobrecargas, o atleta de 40 anos sofreu fisicamente e mostrou queda de intensidade nos jogos.

Indícios de que a idade poderia estar influenciando o desempenho não é novidade. Em 2020, já havia feito apenas sete partidas, apesar de o calendário ter sofrido alterações por conta da pandemia de Covid-19.

Para o ano que vem, o tenista não confirmou presença no Aberto de Wimbledon, um dos quatro Grand Slam preferido dele, pois ainda se recupera de lesão no joelho direito.

“A verdade é que eu ficaria incrivelmente surpreso se jogasse em Wimbledon, o que quer dizer que a Austrália está fora dos planos E isso não é uma surpresa. Já se sabia antes da operação que, pela sua natureza, exigiria longos meses de afastamento. Portanto, não há nada de novo”, disse Federer semana passada em entrevista a um jornal suíço.

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O fim do Big Three?

Neste ano, dos três maiores nomes do esporte nos últimos anos (Roger Federer, Rafael Nadal e Novak Djokovic), apenas Djoko foi campeão de Grand Slam, conquistando o Australia Open, Roland Garros e Wimbledon.

O sérvio continua na liderança da ATP, e terminará o ano sem chances de ser ultrapassado pelo segundo colocado, o russo Danil Medvedev.

Já Rafael Nadal ganhou dois torneios de Master: o Aberto de Roma e o de Barcelona. O espanhol, que não participou do US Open, conclui a temporada em sexto lugar no Top 10.

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