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Fonte: Margarida Neide / Ag. A Tarde

Há exatamente quatro anos, no dia 18 de fevereiro de 2018, acontecia um dos Ba-Vis mais marcantes da história do clássico. A partida é lembrada por um final de jogo precoce, com aos 34 minutos do segundo tempo, por conta de um W.O causado por expulsões no time rubro-negro. Foi o dia da ‘Fuga das Galinhas’ no Barradão.

Em um jogo disputado na casa do rival, Vitória e Bahia mediam forças pelo Campeonato Baiano. Com bola rolando, Denílson abriu o placar para a equipe da casa aos 35 minutos do segundo tempo.

O que parecia ser apenas mais um clássico, virou pancadaria após o gol marcado por Vinícius, de pênalti, aos quatro minutos do segundo tempo. Ao comemorar com sua tradicional dança, o então meia tricolor foi cercado por jogadores adversários e recebeu socos e empurrões.

A partir daí, a confusão tomou conta do gramado e o futebol foi deixado de lado.

Edson, Rodrigo Becão, Vinícius e Lucas Fonseca – que nem estava perto da situação – foram expulsos pelo Bahia. Kanu, Denílson e Rhayner receberam cartão vermelho pelo lado do rival.

Após longo período de confusão e paralisação, a bola voltou a rolar. Mas, por pouco tempo. Uillian Correia foi expulso aos 32 minutos pelo lado rubro-negro.

E, aos 33 minutos, o momento final da partida.

Após uma grande movimentação que começou fora do campo, o zagueiro Bruno Bispo, do Vitória retardou o reinício de jogo de forma proposital, recebeu segundo amarelo e foi expulso.

Com apenas seis jogadores do Vitória em campo, a arbitragem seguiu a regra e deu a partida encerrada.

Após julgamentos em tribunais do TJD-BA, o W.O foi confirmado e o triunfo concedido para o Bahia.

Inúmeros jogadores do Vitória ainda receberam punições por agressão, mas as acusações por fim de jogo provocado intencionalmente foram absolvidas.

A torcida do Bahia rapidamente apelidou o W.O como “a fuga das galinhas”, gerando piadas que ficaram eternizadas na história do clássico.

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